Nesta terça-feira, 19, o Google revelou a chegada ao iOS de um aplicativo chamado Photo Sphere, que até agora era um recurso disponível apenas para Android. A ferramenta permite a criação de imagens em 360 graus com a câmera do celular, semelhante ao Street View. Para os usuários de iPhones e iPads que ainda não conhecem, o aplicativo pede que o aplicativo movimente o aparelho em diversas direções e vai colando as imagens capturadas formando uma imagem interativa. É possível publicar a obra em redes sociais ou vinculá-la a uma posição no Google Maps, onde outros usuários podem ter acesso. Para a empresa, a expansão permite a melhora de seu serviço de mapas, já que o PhotoSphere permite a criação de imagens em 360 graus onde os carros do Street View não podem chegar. Evan Rapoport, gerente de produto do aplicativo, diz que o objetivo da integração do serviço com o Maps é “ajudar pessoas a explorar o mundo virtualmente”. Além disso, outra vantagem é, claro, expandir seus serviço para novas pessoas, que ficam mais familiarizadas com os recursos de fotos Google, uma das partes mais interessantes do Google+, mesmo que isso signifique beneficiar plataformas rivais. Usuários do iOS que quiserem dar uma chance ao app podem conferi-lo neste
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quarta-feira, 20 de agosto de 2014
Google leva aplicativo de fotos em 360 graus para o iOS
Nesta terça-feira, 19, o Google revelou a chegada ao iOS de um aplicativo chamado Photo Sphere, que até agora era um recurso disponível apenas para Android. A ferramenta permite a criação de imagens em 360 graus com a câmera do celular, semelhante ao Street View. Para os usuários de iPhones e iPads que ainda não conhecem, o aplicativo pede que o aplicativo movimente o aparelho em diversas direções e vai colando as imagens capturadas formando uma imagem interativa. É possível publicar a obra em redes sociais ou vinculá-la a uma posição no Google Maps, onde outros usuários podem ter acesso. Para a empresa, a expansão permite a melhora de seu serviço de mapas, já que o PhotoSphere permite a criação de imagens em 360 graus onde os carros do Street View não podem chegar. Evan Rapoport, gerente de produto do aplicativo, diz que o objetivo da integração do serviço com o Maps é “ajudar pessoas a explorar o mundo virtualmente”. Além disso, outra vantagem é, claro, expandir seus serviço para novas pessoas, que ficam mais familiarizadas com os recursos de fotos Google, uma das partes mais interessantes do Google+, mesmo que isso signifique beneficiar plataformas rivais. Usuários do iOS que quiserem dar uma chance ao app podem conferi-lo neste
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
Facebook testa uso de 'figurinhas' em comentários
Alguns usuários do Facebook estão conseguindo fazer
comentários em postagens de uma forma mais dinâmica: com stickers,
aquelas figurinhas que vão além dos tradicionais emoticons.
A rede social confirmou ao The Next Web
que iniciou testes com a novidade. "Basta tocar na figurinha para
adicioná-la ao comentário, assim como acontece no Messenger", informou a
companhia.

Com isso, uma série de imagens diferentes ficam
disponíveis, algo que até então só podia ser visto no chat ou no
aplicativo Messenger, como explicado pelo Facebook.
A partir de agora a rede social aguardará a opinião dos
usuários. Se for positiva, o recurso deve ser implementado de forma
geral.
Empresa quer adicionar sons ao Google Street View
A empresa inglesa Amplifon quer tornar a utilização do Google Street
View ainda mais próxima à realidade. Com uma ferramenta desenvolvida
pela companhia, chamada Sounds of Street View, será possível ouvir o som
ambiente dos locais visitados virtualmente.
O projeto funciona com a união entre o Street View e a plataforma Web Audio API. Conforme passeia, o usuário consegue perceber detalhes como a mudança de volume ao se aproximar de determinada área e a mistura de sons de diferentes lados.
No site da Amplifon, é possível testar o recurso em uso em três locais: Place Du Palais, na França, Hapuna Beach, no Havaí e Balboa Park, nos Estados Unidos.
Confira um vídeo explicando o funcionamento da ferramenta:
Clique na Imagem Abaixo para Assistir:

O projeto funciona com a união entre o Street View e a plataforma Web Audio API. Conforme passeia, o usuário consegue perceber detalhes como a mudança de volume ao se aproximar de determinada área e a mistura de sons de diferentes lados.
No site da Amplifon, é possível testar o recurso em uso em três locais: Place Du Palais, na França, Hapuna Beach, no Havaí e Balboa Park, nos Estados Unidos.
Confira um vídeo explicando o funcionamento da ferramenta:
Clique na Imagem Abaixo para Assistir:

Nintendo deve homenagear Robin Williams no jogo Legend of Zelda
Nintendo deve homenagear Robin Williams no jogo Legend of Zelda
Em nota enviada ao Wall Street Journal,
a companhia disse que agradece o interesse da comunidade de jogadores
em prestar uma homenagem e confirma que algo será feito, num momento
mais oportuno. "Não discutiremos o que pode ser possível futuramente nos
jogos durante esta época difícil", comentou.
Após a confirmação de que Robin Williams será homenageado pela Blizzard em World of Warcraft, o ator, que foi encontrado morto na semana passada, também será lembrado pela Nintendo em Legend of Zelda.
Robin Williams era um conhecido jogador, tanto que nomeou
sua filha, Zelda, por causa do título. Agora a Nintendo deve retribuir,
graças a uma petição que uniu mais de 100 mil internautas, mas ainda não
sabe como.
No caso de World of Warcraft, a Blizzard também respondeu a
uma petição, informando que Robin Williams será transformado em um
personagem não jogável, o que pode ocorrer também em Legend of Zelda.
Tubarões tentam morder cabos submarinos do Google
Existem inúmeras ameaças à segurança de um cabo de transferência de
dados que se estende por milhares de quilômetros no fundo do oceano. Uma
delas, conforme revelado recentemente por um executivo do Google, são
os tubarões, que tem um gosto especial por cabos submarinos e que a
ciência não explica.
Dan Belcher, gerente de produto na empresa, diz que para evitar danos aos cabos e também à fauna marinha, quando um cabo atravessa o oceano, ele é revestido com um material semelhante ao Kevlar usado em coletes à prova de balas. Um dos objetivos é evitar que tubarões mastiguem toda a fiação. E isso acontece com frequência, como você pode ver no vídeo abaixo.
Na verdade, trata-se de um procedimento padrão para operações de implantação de cabos submarinos. Terremotos e anzóis para pesca, por exemplo, também podem acabar danificando os fios se não houver uma proteção adequada.
No caso dos tubarões, os responsáveis pela proteção dos cabos não sabem muito bem explicar o que acontece. Alguns entendem que o comportamento se deva aos campos eletromagnéticos gerados pelos cabos; outros dizem que só o fato de existir algo embaixo da água que se pareça com um cabo faz com que os tubarões sintam a necessidade de atacar, mesmo se fosse um pedaço de plástico inerte.
Conforme o Google se expande, cabos submarinos acabam se tornando uma parte importante do plano. A empresa já tem dois cabos ligando Estados Unidos e Ásia e está investindo em um terceiro. No fim das contas, ter sua própria fiação pode ajudar a reduzir os custos de transferência de dados, mas isso se a companhia conseguir manter seus fios intactos.
Dan Belcher, gerente de produto na empresa, diz que para evitar danos aos cabos e também à fauna marinha, quando um cabo atravessa o oceano, ele é revestido com um material semelhante ao Kevlar usado em coletes à prova de balas. Um dos objetivos é evitar que tubarões mastiguem toda a fiação. E isso acontece com frequência, como você pode ver no vídeo abaixo.
Na verdade, trata-se de um procedimento padrão para operações de implantação de cabos submarinos. Terremotos e anzóis para pesca, por exemplo, também podem acabar danificando os fios se não houver uma proteção adequada.
No caso dos tubarões, os responsáveis pela proteção dos cabos não sabem muito bem explicar o que acontece. Alguns entendem que o comportamento se deva aos campos eletromagnéticos gerados pelos cabos; outros dizem que só o fato de existir algo embaixo da água que se pareça com um cabo faz com que os tubarões sintam a necessidade de atacar, mesmo se fosse um pedaço de plástico inerte.
Conforme o Google se expande, cabos submarinos acabam se tornando uma parte importante do plano. A empresa já tem dois cabos ligando Estados Unidos e Ásia e está investindo em um terceiro. No fim das contas, ter sua própria fiação pode ajudar a reduzir os custos de transferência de dados, mas isso se a companhia conseguir manter seus fios intactos.
Novo Rollercoaster Tycoon chega ao PC em 2015
Um novo jogo da série Rollercoaster Tycoon será lançado para computadores pela Atari em 2015. Nesta sexta-feira, a desenvolvedora liberou um curto trailer para atiçar os fãs do simulador criado em 1999.
A série desenvolvida por Chris Sawyer transforma o jogador em gerenciador de parque de diversões, tendo de controlar o preço dos brinquedos, da entrada, dos comes e bebes e até o layout, cuidando do desenho das montanhas-russas e outros brinquedos.
O último jogo da série lançado para PC foi Rollecoaster Tycoon 3, em 2004. Depois, o Nintendo 3DS ganhou uma versão em 2012 e outra para smartphones e tablets foi lançada em 2014. Esta última sofreu duras críticas por causa da necessidade excessiva de compras internas do aplicativo.
O novo jogo, chamado Rollercoaster Tycoon World, poderá ser jogado por até 4 pessoas cooperativamente, além de permitir que os usuários façam upload dos desenhos de suas montanhas russas para que outros jogadores possam utilizá-las em seus jogos.
"Muitas das novidades de Rollecoaster Tycoon World não eram possíveis há alguns anos, mas tomamos vantagem de novas tecnologias para oferecer uma jogabilidade divertida que remete à série original. Este é o jogo que os fãs estavam esperando", disse Fred Chesnais, CEO da Atari.
Via: Polygon
'Apple da China', Xiaomi teria copiado iOS 7; veja imagens
Recentemente a Xiaomi foi acusada de copiar o iPhone 5s para criar seu smartphone mais novo, batizado de Mi 4, agora a marca chinesa foi apontada por se inspirar demais no sistema operacional da Apple para equipar o aparelho.
O Mi 4 virá com uma versão modificada do Android chamada
MIUI 6, que conta com um design bem colorido e ícones achatados. Como
ressalta o Business Insider,
só por isso não é possível dizer que o MIUI 6 é uma cópia do iOS 7, mas
ao comparar algumas aplicações dos dois sistemas a inspiração fica
evidente.
Quando a polêmica em torno do Mi 4 se formou, o brasileiro
Hugo Barra, vice-presidente global da Xiaomi, saiu em defesa da empresa
chinesa afirmando que as críticas vêm de pessoas que não têm acesso aos
produtos da marca. "Elas nunca mexeram em um dispositivo da Xiaomi,
nunca viram, apenas leram a respeito", declarou.
No caso do sistema operacional, até os padrões de cores são
semelhantes; a calculadora, por exemplo, segue os mesmos laranja e tons
de cinza que são vistos no iOS 7. É possível conferir mais detalhes do
MIUI 6 neste link.
Apple x Xiaomi
Bússolas (iOS 7 à esquerda, MIUI 6 à direita)
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